O norte-americano Jonah Falcon levava uma vidinha sossegada até aparecer em um documentário do canal de TV HBO em 1999. De lá pra cá, o rapaz passou a ser conhecido como o homem com o maior pênis do mundo.
O membro de Falcon mede 34 cm quando está ereto, ou seja, é do tamanho de uma garrafa de vinho.
O problema é que o bem-dotado está em crise. O rapaz de 39 anos não consegue um emprego.
Claro que, se ele quisesse, seria fácil arranjar uma vaga em um filme pornô. Mas Falcon quer ser levado a sério.
O americano quer um trampo na indústria do cinema, mas não com algo relacionado a sexo. Ele deseja atuar em um filme. Ou, pelo menos, emplacar um de seus vários roteiros.
- Estamos vivendo em uma época difícil. Morar em Nova York é importante para mim, pois estou mais perto da indústria do entretenimento. Mas não quero fazer pornôs. Transar em um filme cheio de gente não é a minha ideia de diversão.
Enquanto não arranja um trabalho, Falcon leva uma vida normal, fazendo figuração em filmes e séries, conversando sobre beisebol com os amigos e sobre seu órgão sexual com jornalistas e curiosos que o descobrem na internet. Ah, e o dotadão não se cansa de responder:
- Não, ninguém percebe nada na rua. Só quando eu saio por aí vestindo shorts de ciclista.
via poutz
Mostrando postagens com marcador notícias bizarras. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador notícias bizarras. Mostrar todas as postagens
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
Homem troca de sexo após ser picado por uma abelha
Após uma picada de abelha, Ted, marido de Renee e pai dedicado de duas crianças, teve uma severa reação alérgica em que seus seios começaram a se desenvolver e sua contagem de testosterona veio abaixo.
Ted passou por três cirurgias e hoje é Chloe, e ainda vive com Renee.
Fonte: UOL Notícias
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
Mulher inventa morte da filha para ficar mais uma semana de férias
Para fazer com que seu chefe acreditasse, Joan pediu a uma de suas filhas que ligasse para a escola dizendo que a irmã havia sofrido um ataque cardíaco na Costa. Ela pediu então que outra filha ligasse mais tarde no mesmo dia para dizer que a irmã havia morrido e que vários parentes, incluindo sua mãe Joan, tiveram de voar para o país a fim de assistir ao funeral.
Como os funcionários de instituições ligadas à prefeitura de Nova York devem apresentar certidões de óbito para justificar a dispensa de dias, Joan acabou falsificando um documento na Costa Rica. No papel se lia que Xinia Daley Herman estava morta.
Um representante da escola, porém, começou a duvidar da conversa ao comparar um certificado original de óbito do país com o documento trazido por Joan Barnett. Para começar, o papel trazia tipografias diferentes. A escola contratou os serviços do investigador especial Richard Condon, que trabalha para o governo. Ele descobriu que a Costa Rica não oferece certificados relativos a cinco anos antes da morte oficial.
Joan acabou confessando a “mentirinha branca” quando os investigadores descobriram também que ela havia reservado as passagens três semanas antes da data do certificado de óbito de sua filha.
Segundo o jornal “Daily News”, a semana extra de férias custou a Joan o emprego na escola, que lhe garantia um salário equivalente a R$ 68,3 mil no ano, ou R$ 5,7 mil por mês.
Mais: época negócios. Via: poutz.
Como os funcionários de instituições ligadas à prefeitura de Nova York devem apresentar certidões de óbito para justificar a dispensa de dias, Joan acabou falsificando um documento na Costa Rica. No papel se lia que Xinia Daley Herman estava morta.
Um representante da escola, porém, começou a duvidar da conversa ao comparar um certificado original de óbito do país com o documento trazido por Joan Barnett. Para começar, o papel trazia tipografias diferentes. A escola contratou os serviços do investigador especial Richard Condon, que trabalha para o governo. Ele descobriu que a Costa Rica não oferece certificados relativos a cinco anos antes da morte oficial.
Joan acabou confessando a “mentirinha branca” quando os investigadores descobriram também que ela havia reservado as passagens três semanas antes da data do certificado de óbito de sua filha.
Segundo o jornal “Daily News”, a semana extra de férias custou a Joan o emprego na escola, que lhe garantia um salário equivalente a R$ 68,3 mil no ano, ou R$ 5,7 mil por mês.
Mais: época negócios. Via: poutz.
Assinar:
Postagens (Atom)